
Eu caminho entre as pessoas.
Vejo seus rostos, olho suas mãos.
Estou só. Irremediavelmente caio.
A distância é cada vez maior.
O vazio de antes se aprofunda.
Alcanço a plenitude de saber que nada é imutável.
Que a pessoa de antes não morreu, adormeceu apenas.
Eu a procuro, eu queria voltar.
Vejo os rostos novamente.
Passam por mim apressados, a vida não espera.
Queria poder falar...
Eu grito, mas elas não ouvem.
Escuto seus passos, queria chegar aos seus corações.
Escuto as batidas frenéticas, estendo minhas mãos.
Quase alcanço. Caio novamente.
Conformo-me, me acomodo, desisto de tentar.
Meus passos agora me levam para longe. As pessoas ficam pra trás.
Olho de novo para os rostos que eu amava.
Eles não me reconhecem mais.
Sorriu e volto a caminhar.
Eu também não reconheço.
Encontro, agora, a Verdade.
Ela me dá a sua mão.
Hesito, Aceito.
Percebo então que a pessoa que dormia em mim se foi.
Surpreendo-me ao ver que não posso mais retornar.
Levanto meus olhos à procura do passado.
Meus olhos beijam pela última vez o caminho percorrido.
Tudo foi em vão, digo.
Nada foi em vão, ela responde.
Sorrio para a Verdade enquanto ela me abraça.
Fecho os olhos e me deixo envolver.
Suas doces mãos sustentam meu corpo, acalentam minha alma.
Eu queria dormir. Eu consigo, então.
Enquanto a Verdade me embala eu encontro a paz.
Vejo seus rostos, olho suas mãos.
Estou só. Irremediavelmente caio.
A distância é cada vez maior.
O vazio de antes se aprofunda.
Alcanço a plenitude de saber que nada é imutável.
Que a pessoa de antes não morreu, adormeceu apenas.
Eu a procuro, eu queria voltar.
Vejo os rostos novamente.
Passam por mim apressados, a vida não espera.
Queria poder falar...
Eu grito, mas elas não ouvem.
Escuto seus passos, queria chegar aos seus corações.
Escuto as batidas frenéticas, estendo minhas mãos.
Quase alcanço. Caio novamente.
Conformo-me, me acomodo, desisto de tentar.
Meus passos agora me levam para longe. As pessoas ficam pra trás.
Olho de novo para os rostos que eu amava.
Eles não me reconhecem mais.
Sorriu e volto a caminhar.
Eu também não reconheço.
Encontro, agora, a Verdade.
Ela me dá a sua mão.
Hesito, Aceito.
Percebo então que a pessoa que dormia em mim se foi.
Surpreendo-me ao ver que não posso mais retornar.
Levanto meus olhos à procura do passado.
Meus olhos beijam pela última vez o caminho percorrido.
Tudo foi em vão, digo.
Nada foi em vão, ela responde.
Sorrio para a Verdade enquanto ela me abraça.
Fecho os olhos e me deixo envolver.
Suas doces mãos sustentam meu corpo, acalentam minha alma.
Eu queria dormir. Eu consigo, então.
Enquanto a Verdade me embala eu encontro a paz.


